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Indústria Têxtil: Dispararem as Exportações até 2020!

Indústria Têxtil: Dispararem as Exportações até 2020!

FABRICAÇÃO | 12 de Fevereiro, 2020

LEITURA | 4 MIN

Qual é, afinal, o futuro da indústria têxtil em Portugal? Como deve desenvolver-se este sector, tão importante para a economia portuguesa, até 2020? Estas são questões interessantes avançadas pelo site Expresso.

O Plano Estratégico da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal segue três direcções que se centram na marca, na tecnologia e no “private label” embora com plena consciência de que “não há fórmulas de sucesso para serem aplicadas universalmente”.

Este documento começa por fazer o diagnóstico de um sector que perdeu 30% da mão-de-obra e 20% das suas empresas, desde 2007, mas cujas exportações cresceram 8%. Ademais, tem vindo a ganhar quotas nos mercados não comunitários.

Exportações são a maior aposta da indústria têxtil em Portugal até ao fim da década segundo o plano estratégico

indústria têxtilA Associação Têxtil e Vestuário de Portugal elaborou um plano estratégico onde refere que os têxteis portugueses prometem exportar mais, prevendo-se chegar a 2020 com 5 mil empresas, 100 mil trabalhadores e 5 mil milhões de euros de exportações. Será possível?, já que a indústria têxtil portuguesa exporta 70% do que produz?

O novo plano estratégico quer que o sector têxtil recupere da dureza que tem sido a primeira década do século: “Vestir simplesmente pessoas, casas ou carros, passou a ser o paradigma do passado, pois a Têxtil e o Vestuário buscam soluções que não se confinam aos modelos clássicos” e referem os especialistas que “mais de 70% dos têxteis que vamos usar nos anos vindouros nem sequer estão ainda concebidos”. E quer bem.

Não será demais lembrar que Portugal exporta 70% dos têxteis que produz, num total de 4,3 mil milhões de euros, agrega seis mil empresas e emprega 120 mil trabalhadores neste sector. Qual é então o caminho para o futuro?

De acordo com os especialistas, o futuro da indústria têxtil passa por eixos como a capitalização das empresas, o investimento na gestão das organizações e ganhos de dimensão crítica através da cooperação empresarial, da competitividade e das exportações – assim como pela inovação nos produtos, pela moda, pelo design e tecnologia, pela valorização dos recursos humanos e pelo empreendedorismo.

Plano Estratégico (novo) reforça o valor e a força de colecções próprias, por um lado, e dos têxteis técnicos por outro

Considerando a indústria têxtil um cluster resiliente cluster resiliente e o Made in Portugal um acrescento valor ao produto, o plano estratégico reconhece que é ainda “um cluster incompleto” faltando-lhe uma componente de produção de bens de equipamento, “como vector adicional de inovação e promotor de eficiência e produtividade, ou pelo menos um significativo número de empresas produtoras de software“.

O futuro passará, então, pela criação de colecções próprias e pela aposta do têxtil que não industrial – caracterizado por chegar ao consumidor final através de redes de retalho, o que exige recursos materiais e humanos e tempo. Será possível em virtude de, tal como mencionam os especialistas, não ser uma via aberta a todos “até porque o mercado interno, onde normalmente se testam conceitos e projectos, é pequeno, pobre e saturado de oferta e com dificuldades de pagamentos, emergindo penosamente de uma crise de consumo interno”. Este é o plano A.

O plano B está orientado para a diversificação industrial, investigação e desenvolvimento de competências no domínio dos têxteis técnicos e funcionais. mas isto são tudo expectativas onde cabem, igualmente frustrações.

Na pior das hipóteses, dizem os especialistas, a indústria têxtil desintegra-se – de acordo com os planos A e B – e arrasta consigo apenas cerca de duas mil empresas “extremamente frágeis”, com dificuldades competitivas, incapazes de gerar mais de três mil milhões de euros de negócios: verdadeiro fracasso para as exportações;

No melhor dos cenários, a indústria têxtil segue a tendência actual e revela-se activa e dinâmica – apostando fortemente na inovação tecnológica em produtos e processos, com capacidade de diferenciação face à concorrência, “impondo o Made in Portugal” e um conjunto de marcas de origem nacional “fortemente internacionalizadas”. E vivem as tão expectáveis exportações.

olinda de freitas

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Bio

Produtora de conteúdos textuais freelancer. Com paixão e alhos.

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